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Arquivo da categoria: De pai para filha

Diário de um bebê – Quinto mês


Não gosto quando a mamãe insiste em tirar minha chupeta e o papai diz que é melhor do que botar o dedinho na boca.

O que me incomoda não é nem a falta da chupeta nem do dedinho, é a discussão na minha carinha!

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Publicado por em 28/01/2010 em De pai para filha

 

Diário de um bebê – Quarto mês

A vovó tem mania de ficar me balançando no colo e pensa que durmo por causa disso, mas não é não, é que fico tontinho e desmaio.

A mamãe passa o dia inteiro lendo livros para saber como cuidar de mim, mas os livros são tão diferentes que quem sofre sou eu, pois ela fica sem saber o que fazer.

 
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Publicado por em 25/01/2010 em De pai para filha

 

Diário de um bebê – Terceiro mês

Quero esclarecer que quando molho a fralda, choro muito, mas é por causa da despesa que estou dando. A fralda descartável está muito cara e está difícil arranjar empregada pra lavar todo dia.

Outra coisa que me chateia e não posso reagir é quando as visitas dizem que sou a cara do pai. No princípio eu não ligava, mas agora que já vi a cara do papai não gosto muito..

 
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Publicado por em 19/01/2010 em De pai para filha

 

Diário de um bebê – Segundo mês

Percebo que estão todos apreensivos, suas caras mudam de expressão depois que abrem o jornal e comentam que o preço do leite vai subir.
Não sei porque essa preocupação se o leite que tomo é de graça e é a mamãe que fornece.
Se o leite subir, até que é bom, porque a mamãe pode ficar rica…

 
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Publicado por em 17/01/2010 em De pai para filha

 

Diário de um bebê – Sétimo mês

Quanto às mamadeiras, acho bom entenderem de uma vez por todas que quando não quero tomar, não adianta ninguém insistir, nem me passar de mão em mão pra cada um tentar uma vez.
O problema não é trocarem as pessoas, é trocarem o leite.

 

Diário de um bebê – Primeiro mês

Completo hoje 30 dias e confesso que já estou de saco cheio de ouvir “bilu bilu” o dia inteiro na minha carinha.
Muito estranho, os adultos falam com voz esquisita e fanhosa.. Por que eles não falam direito, se sabem que não entendo nada do que dizem? Muito menos falando assim…

(Paulo Fernando Sandres)

 
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Publicado por em 16/01/2010 em De pai para filha

 

Partida

Quando de partida estiver

Não quero choro

Não quero adeus

Não quero saudades.

Quero aquela presente ausência

De partir e ficar

De chegar e não sair

Que as lágrimas corram

Escorreguem pela face avermelhada

E que elas signifiquem

O sincero, o profundo

Até logo de nossos corações.

Que eu parta em paz

Que a distância seja

A maior paixão entre nós

E que na volta a gente converse

Sobre a tal saudade.

(Paulo Fernando Sandres)